Este é um mito enfatizado pela realização do "Jantar da Batalha" que agrega um considerável número de "adeptos verde e brancos".
Fica aqui o desafio...
Para facilitar e actualizar os nossos contactos, alterámos o e-mail para loures@torcidaverde.pt e o telemóvel para o 912122740. As respostas por e-mail serão sempre num prazo máximo de 24 horas.
O Gent vs Sporting não foi só mais uma vitória importante na Europa mas também uma a surpresa que preparámos para os nossos amigos "viola" que fizeram milhares e milhares de kms, a expensas próprias, para participarem numa jornada de puro convívio ultra na qual os Ultras 73 apoiaram as cores verde e brancas de forma apaixonante ao longo de todo o jogo!
Em Londres com o Sporting - O Núcleo de Loures, da Torcida Verde, marcou presença na cidade de Londres, para o jogo Everton - Sporting.
Na Polónia com o Andebol - Deslocação à Polónia para assistir à 1a mão da final da Taça Challenge! Taça essa que foi conquistada uma semana depois.
Deslocação à Bulgária - No ultimo jogo da fase de grupos da Liga Europa, só o Sporting contou para os adeptos presentes. Um jogo onde jogadores e dirigentes jogaram totalmente desmotivados sem pensar na História do grande Sporting!
Em Florença, Itália - Grande deslocação a Itália , para assistirmos ao Fiorentina vs Sporting. Deslocação essa considerada para muitos, a melhor deslocação de sempre.
Faixa de Loures na Dinamarca - Deslocação em Julho de 2010 , dos nossos elementos a esta cidade da Dinamarca, com a faixa de Loures no jogo NORDJASELLAND VS SPORTING.
Presentes na Madeira - Grande deslocação da Torcida Verde no jogo Marítimo vs Sporting

Na Torcida Verde temos a consciência que o nosso rumo alternativo revela-se no minimo incomodativo para os donos da bola e seus interesses promíscuos e nefastos para os adeptos e os clubes.
Os clubes são fenómenos de cariz popular de grande impacto social; usufruindo muitos deles o estatuto de utildade pública que os adeptos têm o dever de lutar por preservar e honrar.
Por diversas ocasiões sentimos na Torcida Verde o impacto da nossa capacidade de intervenção, muitas das vezes alvo de tentativas de silênciamento e da censura;
A denúncia dos brutais preços dos bilhetes, horários dos jogos ou a nefasta influência, quase monopolista, da PayTv.
A denúncia da corrupção no futebol português que mina a credibilidade e a verdade desportiva, o denominado sistema
O combate ao papel parasitário dos agentes dos jogadores
A luta pelos valores e identidade do SCP, destacando-se a defesa do ecletismo e a edificação de um pavilhão
Esta nossa acção tem-se manifestado de forma constante e coerente, ainda que sujeitos aos preconceitos e aos condicionalismos dos agentes subalternos dos donos da bola
Esta nossa firme vontade de defender os nossos ideais e direitos colide com o mundo dos interesses instalados no mundo da bola, para os quais seria muito mais cómodo se a nossa capacidade de intervenção e de denúncia não ocorresse
Entretanto , a nova conjuntura sacrificara modalidades como o hóquei, o basket e o crónico campeão nacional Voley ( e semifinalista Europeu) que foram de imediato extintas, tendo como fundamento o "argumento financeiro".
Passados poucos meses , é exigido o pagamento de uma quota extraordinária superior a 100 euros, sob pena de exclusão de sócio aos incumpridores, no que resultou o afastamento de algumas dezenas de milhar de associados.
Neste sentido assumimos uma intocável autoridade moral na vanguarda do ideal do nossa SCP 1906!
A coreografia de 2001/02 na recta final da conquista do titulo de futebol “Ecletismo uma questão de identidade”, numa conjuntura de completa euforia e que na Torcida Verde vivíamos com preocupação o visível “apagamento do ecletismo” foi sem duvida uma verdadeira “pedrada no charco” na letargia geral que resultaria no tal desaparecimento do pavilhão do "grandioso e intocável Projecto Roquette".
Assumimos de importância vital a questão do amor à camisola, embora pareçe estar na moda declarar o seu fim!
Amor à camisola, pelos valores do nosso clube que terá de ser interpretado pelos adeptos que têm de (re)conquistar o respeito dos agentes que dominam os clubes e o futebol.
O vandalismo, a violência gratuita desacreditam o movimento ultra perante a opinião publica,os grupos ultras deveriam envolver a opinião publica na "luta pelos direitos dos adeptos".Só dessa forma, questões vitais como os bilhetes ou os horário dos jogos poderiam ser alvo do interesse publico e pressionar as instituições Como de resto sucede, por exemplo na Alemanha e Inglaterra!
Aqueles que "pensam" que a lei da selva é o caminho parecem esquecer que as claques são o elo mais fraco; até porque estas não têm qualquer credibilidade junto da opinião publica ao adoptarem uma postura estritamente bélicista.
A credibilidade dos grupos de adeptos junto da opinião publica (onde se situam a generalidade dos adeptos) é inversamente proporcional à violencia gratuita.O que é muito negativo, porque acreditamos que os grupos de adeptos organizados deveriam ser a voz dos adeptos, mobilizando-os para a defesa dos seus direitos.
Ao invés grande parte dos grupos têm uma "visão territorial e autista" abdicando de uma função interventiva e consequente.
A generalidade dos adeptos submetidos à ordem dominante nos grupos durões, envolvem-se nos desacatos por "arrastamento", embriagados por um falso e inconsequente idealismo que se revê na "lei da força " como forma de expressão e afirmação quer perante os rivais; ou em situações de desespero perante os maus resultados.
Estas manifestações dominadas pelos instintos mais primários do adepto, têm-se revelado inconsequentes, aumentando o preconceito da generalidade dos adeptos que não se revêm nelas.
Onde conduz a violência?
Pretenderão os seus agentes fazer uma "revolução" quando optam pelo vandalismo urbano, enfrentando as policias?
As "batalhas campais" que protagonizam aspiram a que espécie de objectivo?Qual a "vitória" para os adeptos, os clubes e o futebol?
O que os ultimos acontecimentos de violência na Europa demonstram é que existem grupos extremistas que exploram os instintos mais primários dos adeptos agrupados em determinadas claques... com fins "politicos"; potenciando os desacatos que têm descambado em graves episódios de violência urbana (pilhagens e vandalização de imóveis públicos e privados).
Para além de causar um claro sentimento de insegurança nas populações, um tema "por coincidência" muito difundido (tipo "cavalo de batalha") por agrupamentos politicos extremistas; os quais encontram nestas manifestações de violência organizada um vasto campo de recrutamento... para a militância extremista.
Existe algo de sinistro, contraditório e irónico neste ciclo vicioso!.
São estes os verdadeiros objectivos por detrás da violência organizada por essa Europa fora, os quais não pretendem defender os direitos dos adeptos; mas apenas manipular o despero e a revolta latente junto dos mais "desesperados & desperançados".
Como racionalizar a violência?
Na Torcida Verde, vivemos as nossas cores de forma incondicional e emotiva reconhecendo que a agressividade no apoio é uma componente inerente ao fenómeno; sem que esta descambe para a violência "pura & dura".
A nossa acção desde 1984 centrada no apoio exaustivo ao Clube e adeptos, não aceita desgastar energias e tempo na exarcebação da violência como o modelo a seguir, desvirtuando e reduzindo, na nossa óptica, o fenómeno do apoio organizado.
Com tanta coisa para fazer; das coreografias, à organização das deslocações, dos bilhetes entre outras tantas tarefas é para nós imcompreensivel "sobrar tempo" para tais acções e sobretudo fazer dessas o principal factor agregativo de um grupo.