Este é um mito enfatizado pela realização do "Jantar da Batalha" que agrega um considerável número de "adeptos verde e brancos".
Fica aqui o desafio...
Na Torcida Verde temos a consciência que o nosso rumo alternativo revela-se no minimo incomodativo para os donos da bola e seus interesses promíscuos e nefastos para os adeptos e os clubes.
Os clubes são fenómenos de cariz popular de grande impacto social; usufruindo muitos deles o estatuto de utildade pública que os adeptos têm o dever de lutar por preservar e honrar.
Por diversas ocasiões sentimos na Torcida Verde o impacto da nossa capacidade de intervenção, muitas das vezes alvo de tentativas de silênciamento e da censura;
A denúncia dos brutais preços dos bilhetes, horários dos jogos ou a nefasta influência, quase monopolista, da PayTv.
A denúncia da corrupção no futebol português que mina a credibilidade e a verdade desportiva, o denominado sistema
O combate ao papel parasitário dos agentes dos jogadores
A luta pelos valores e identidade do SCP, destacando-se a defesa do ecletismo e a edificação de um pavilhão
Esta nossa acção tem-se manifestado de forma constante e coerente, ainda que sujeitos aos preconceitos e aos condicionalismos dos agentes subalternos dos donos da bola
Esta nossa firme vontade de defender os nossos ideais e direitos colide com o mundo dos interesses instalados no mundo da bola, para os quais seria muito mais cómodo se a nossa capacidade de intervenção e de denúncia não ocorresse
Entretanto , a nova conjuntura sacrificara modalidades como o hóquei, o basket e o crónico campeão nacional Voley ( e semifinalista Europeu) que foram de imediato extintas, tendo como fundamento o "argumento financeiro".
Passados poucos meses , é exigido o pagamento de uma quota extraordinária superior a 100 euros, sob pena de exclusão de sócio aos incumpridores, no que resultou o afastamento de algumas dezenas de milhar de associados.